Sobre

Ávida cheiradora de páginas de livros novos. Ariana. Da cor de jambo e dos cabelos negros tal qual Iracema. Indiazinha. Tem na escrita uma fuga da mente. Quer aprender a pensar menos, imaginar mais. Sonha acordada. Gosta de travesseiros fofos, Fernando Pessoa, cheiro de roupa limpa e abraços sinceros. Prefere a cidade ao campo, mas gosta da natureza. É mato-grossense, goianiense e já falou cantado em Guarapuava.

Teve em 2007 uma fase criadora incessante, hoje anseia por inspirações mais frequentes enquanto trabalha e estuda. Quer ser professora quando crescer, das boas. Daquelas que inspiram os alunos a trilhar um bom caminho. Faz Relações Internacionais. É nova, de alma velha. Aprendeu a tomar café na marra, guarda chiclete nos bolsos. Acha que chocolate adocica a vida. Canta no chuveiro aquelas músicas da rádio. Opina. Debate. Argui. Aprende.

Gosta de boa música brasileira, não entende a injustiça. Prefere a verdade à hipocrisia. Dorme do lado esquerdo da cama. Não é tão organizada. Flores? Girassóis. Já sonhou com a morte. Já teve pesadelos com a vida. Tropeça em si, sempre com uma pedra no meio do caminho. Precisa alimentar o espírito com alegria. Chora com facilidade.

Tem no Mantra, um refúgio para alguns pensamentos insanos, seus posicionamentos políticos e outras coisas de questão de gosto. Como a Lóri, tenta, todos os dias, ser. Vive na busca, na procura de si. E se ama, mesmo que não saiba…

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