Índia



“Rindo entre as garças, suriris e nhambuzinhas,
Ao ver densa nuvem, lhe pede-que caia…
Formando arco íris, pra ela, as gotinhas
Ao tocarem as águas do lindo Araguaia

Então sussurra: kó ara sy oberab…
Levas de flores da andiroba caindo
Lembram favores com que o vento sorrindo,
Acena à indiazinha-e ela nem sabe…

Antes do arrebol vir pairar sobre o rio
Guardando esse dia, parando ele pede:
Um suspiro à mocinha-que não é banguela;

Infindos lamentos tecendo pra ela,
Ao infinito do seu sorriso, viu,
Rogo lágrimas de amor..”-e se despede”


(Por Caio, para Rafaella Ribeiro)


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