Tarde doce

Persiste ainda nos encantos
e olhares esparsos
duas almas que oram chuva e redenção
revezando envergonhar-se,
outra vez socorrer a melodia

oníricas vigilâncias dos segredos
guardados sob sinuosas margaridas
ah, o vento
não lhe torna mais cativante ao saborear o gentil?
dos tropeços de vida fatigada a
orvalho e brisa, choro e clemência

feito hálito de arrebol
e rabiscos de pertença;
rostos de ternura
nascidos para ao Sol dançar a brisa e,
afetuar-se a sorriso amante.
nos dias impróprios,
desviar anseio a tão belo presente
imaterial
navegando em sua harmônica fala de menino
olhando o barquinho, enxergando o mar.

Uma resposta para “Tarde doce”

  1. Pedro disse:

    ô meu deus,que lindo.
    obrigado benzinho!

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